Glaucoma na família: o que muda para filhos e irmãos

Glaucoma Dr. Fernando Kamei 02/10/2026

Glaucoma na família: o que muda para filhos e irmãos

Ter parentes próximos com glaucoma aumenta o risco. Isso não significa que a doença será inevitável, mas reforça a importância do acompanhamento.

Ter parentes próximos com glaucoma aumenta o risco. Isso não significa que a doença será inevitável, mas reforça a importância do acompanhamento.

Por que a história familiar importa?

O glaucoma tem componentes genéticos e familiares. Parentes de primeiro grau de pessoas com a doença merecem atenção especial, principalmente quando existem outros fatores de risco.

Quando procurar avaliação?

Não é necessário esperar sintomas. Como o glaucoma costuma ser silencioso, a melhor estratégia é informar ao oftalmologista o histórico familiar para definir a frequência de exames.

O que costuma ser avaliado?

Pressão ocular, nervo óptico, ângulo, espessura da córnea, OCT e campo visual podem fazer parte da investigação, de acordo com a idade e o risco.

Ficou com dúvidas sobre o assunto? Agende uma avaliação com nossa equipe no Instituto Kamei, em Apucarana. Cuidar da sua saúde é o nosso compromisso.

Perguntas frequentes

Se meu pai tem glaucoma, eu terei?

Não obrigatoriamente. O risco aumenta, mas não determina que a doença ocorrerá.

Preciso fazer OCT todo ano?

A frequência depende do risco e dos achados iniciais.

Posso esperar perder visão para investigar?

Não. A meta é detectar alterações antes que a perda visual seja percebida.

Ficou com alguma dúvida sobre o assunto?

Agende uma avaliação com nossa equipe no Instituto Kamei, em Apucarana.

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