Ter parentes próximos com glaucoma aumenta o risco. Isso não significa que a doença será inevitável, mas reforça a importância do acompanhamento.
Ter parentes próximos com glaucoma aumenta o risco. Isso não significa que a doença será inevitável, mas reforça a importância do acompanhamento.
Por que a história familiar importa?
O glaucoma tem componentes genéticos e familiares. Parentes de primeiro grau de pessoas com a doença merecem atenção especial, principalmente quando existem outros fatores de risco.
Quando procurar avaliação?
Não é necessário esperar sintomas. Como o glaucoma costuma ser silencioso, a melhor estratégia é informar ao oftalmologista o histórico familiar para definir a frequência de exames.
O que costuma ser avaliado?
Pressão ocular, nervo óptico, ângulo, espessura da córnea, OCT e campo visual podem fazer parte da investigação, de acordo com a idade e o risco.
Ficou com dúvidas sobre o assunto? Agende uma avaliação com nossa equipe no Instituto Kamei, em Apucarana. Cuidar da sua saúde é o nosso compromisso.
Perguntas frequentes
Se meu pai tem glaucoma, eu terei?
Não obrigatoriamente. O risco aumenta, mas não determina que a doença ocorrerá.
Preciso fazer OCT todo ano?
A frequência depende do risco e dos achados iniciais.
Posso esperar perder visão para investigar?
Não. A meta é detectar alterações antes que a perda visual seja percebida.
Ficou com alguma dúvida sobre o assunto?
Agende uma avaliação com nossa equipe no Instituto Kamei, em Apucarana.