A esclerose sistêmica, também chamada esclerodermia sistêmica, provoca alterações nos pequenos vasos e produção excessiva de tecido fibroso. A doença pode comprometer pele, esôfago, pulmões, coração, rins e outras estruturas.
Principais sinais e sintomas
- Fenômeno de Raynaud, com mudança de cor dos dedos no frio
- Inchaço e endurecimento da pele
- Azia, refluxo ou dificuldade para engolir
- Falta de ar, tosse seca ou redução da tolerância ao esforço
- Feridas nas pontas dos dedos
As manifestações variam de pessoa para pessoa e podem se parecer com outras doenças. A presença de um sintoma isolado não confirma o diagnóstico.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico é clínico e pode ser apoiado por capilaroscopia, autoanticorpos e avaliação dos órgãos. Provas de função pulmonar, tomografia, ecocardiograma e exames renais são usados conforme o perfil do paciente.
Tratamento e acompanhamento
Não existe um único tratamento para todas as manifestações. O plano pode incluir medidas para Raynaud e refluxo, imunomodulação para pele ou pulmões e terapias específicas para complicações vasculares. A vigilância periódica dos órgãos é essencial.
Quando procurar avaliação?
Raynaud recente associado a dedos inchados, endurecimento da pele, feridas digitais ou falta de ar deve ser avaliado. Elevação súbita da pressão arterial, cefaleia intensa ou redução da urina exige urgência.